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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Mar Aberto

Eu me sinto a beira do mar aberto... 
Com o peito aberto... 
E o mar está bravio hoje, uma grande tempestade está caindo sobre mim... 
Na beira de um penhasco, sem saber se, 
desisto e mergulho em meio as ondas ou tento voltar pra casa... 
Voltar pra quem? Pra mim mesma.
A chuva torna tudo mais difícil e os trovões estão cada vez mais altos... 
 Não me importa, assim eu posso chorar que pensarão ser a chuva,
 posso gritar e ninguém vai ouvir, posso me desfazer em pedaços... 
Não me importa, eu sou minha dona, 
sou eu quem condena ou salva minha própria alma. 
Sou a dona do meu triste destino.


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